A INCM lançou um novo portal do Diário da República Electrónico, por esse motivo o sistema que tenho montado para obter o DRE tem de ser revisto. Neste momento não tenho tempo disponível para fazer este trabalho. Darei notícias nas próximas semanas.

Outros Sites

Visite os nossos laboratórios, onde desenvolvemos pequenas aplicações que podem ser úteis:


Simulador de Parlamento


Desvalorização da Moeda

Portaria 302/2009, de 24 de Março

Partilhar:

Sumário

Cria a área profissional de especialização de medicina desportiva e aprova o programa de formação, publicado em anexo.

Texto do documento

Portaria 302/2009

de 24 de Março

Através da reformulação do regime legal dos internatos médicos operada pelo Decreto-Lei 203/2004, de 18 de Agosto, com a nova redacção dada pelos Decretos-Leis n.os 11/2005, de 6 de Janeiro, 60/2007, de 13 de Março, e 45/2009, de 13 de Fevereiro, e pela Portaria 183/2006, de 22 de Fevereiro, visou-se reforçar a qualidade da formação médica e, consequentemente, revalorizar os títulos de qualificação profissional que a mesma confere. Para o efeito, é medida fundamental o estabelecimento de programas de formação para cada área profissional ou especialidade, devidamente actualizados, que definam a estrutura curricular do processo formativo, com tempos e planos gerais de actividades, e fixem os objectivos globais e específicos de cada área e estágio e os momentos e métodos de avaliação.

Para além do leque de especialidades já previsto na Portaria 183/2006, de 22 de Fevereiro, foi identificada uma outra que configura, actualmente, uma resposta concreta a necessidades sentidas pelo sector da saúde, designadamente a especialidade de medicina desportiva, que importará considerar no elenco das especialidades do internato médico.

Assim:

Sob proposta da Ordem dos Médicos e ouvido o Conselho Nacional do Internato Médico:

Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 3.º e no n.º 1 do artigo 10.º do Decreto-Lei 203/2004, de 18 de Agosto, alterado pelos Decretos-Leis n.os 11/2005, de 6 de Janeiro, 60/2007, de 13 de Março, e 45/2009, de 13 de Fevereiro, bem como nos artigos 23.º e 24.º do Regulamento do Internato Médico, aprovado pela Portaria 183/2006, de 22 de Fevereiro:

Manda o Governo, pela Ministra da Saúde, o seguinte:

1 - É criada a área profissional de especialização de medicina desportiva e aditada ao elenco constante do anexo i ao Regulamento do Internato Médico, aprovado pela Portaria 183/2006, de 22 de Fevereiro.

2 - É aprovado o programa de formação da área profissional de especialização de medicina desportiva, constante do anexo à presente portaria, da qual faz parte integrante.

3 - A aplicação e desenvolvimento do programa compete aos órgãos e agentes responsáveis pela formação nos internatos, os quais devem assegurar a maior uniformidade a nível nacional.

A Ministra da Saúde, Ana Maria Teodoro Jorge, em 19 de Março de 2009.

ANEXO

Programa de formação do internato médico da área profissional de

especialização medicina desportiva

A formação específica em medicina desportiva tem a duração de 48 meses (4 anos), sendo antecedida de uma formação genérica partilhada por todas as especialidades e designada por ano comum (12 meses).

A - Ano comum:

1 - Duração - 12 meses;

2 - Blocos formativos e sua duração:

a) Medicina interna (4 meses);

b) Pediatria (2 meses);

c) Cirurgia geral (2 meses);

d) Obstetrícia (1 mês);

e) Cuidados de saúde primários (3 meses).

3 - Precedência - a frequência com aproveitamento dos blocos formativos do ano comum é condição obrigatória para que o médico interno inicie a formação específica.

4 - Equivalência - os blocos formativos do ano comum não substituem e não têm equivalência a eventuais estágios com o mesmo nome da formação específica.

B - Formação específica:

1 - Duração - 48 meses.

2 - Âmbito e finalidade:

2.1 - A medicina desportiva é uma especialidade médica que se ocupa da prevenção, profilaxia, diagnóstico e tratamento das diversas patologias relacionadas com o exercício físico e a prática desportiva em todos os grupos etários.

2.2 - A medicina desportiva, pelas suas características específicas, apresenta uma estreita ligação com várias outras especialidades médicas e tem um papel fundamental no desenvolvimento dos programas de exercício e desportivos da população.

2.3 - A medicina desportiva vem assumindo um papel primordial na prevenção de doenças cardiovasculares, metabólicas, neoplásicas, psiquiátricas e outras, através da prescrição da prática do exercício físico regular.

2.4 - A medicina desportiva tem um carácter multidisciplinar, abrangendo todos os grupos etários e todos os níveis de prática de exercício e prática desportiva, recorrendo a várias técnicas de diagnóstico, terapêutica e de investigação que requerem aprendizagem profunda.

2.5 - A Medicina Desportiva é uma especialidade que tem de ser impulsionada em termos quantitativos e qualitativos, exigindo-se ao médico interno uma sólida aprendizagem nas várias áreas do conhecimento médico relacionado com o exercício físico, para permitir uma boa prática da medicina.

3 - Sequência da formação:

3.1 - Estágios:

3.1.1 - Estágio em medicina desportiva geral- 12 meses;

3.1.2 - Estágio em cardiologia - 9 meses. Este estágio inclui períodos de formação em:

a) Cardiologia desportiva;

b) Electrocardiografia e ecocardiografia;

c) Provas de esforço e Holter;

3.1.3 - Estágio em pneumologia - 3 meses;

3.1.4 - Estágio de fisiologia do exercício físico - 3 meses;

3.1.5 - Estágio em ortopedia e traumatologia - 6 meses;

3.1.6 - Estágio em fisiatria - 3 meses;

3.1.7 - Estágio em patologia clínica e toxicologia - 3 meses;

3.1.8 - Estágio opcional - 3 meses:

a) Psicologia desportiva, ou b) Dietética e nutrição;

3.1.9 - Estágio prático em departamento médico de instituição desportiva - 6 meses.

4 - Local de formação:

4.1 - Serviços de medicina desportiva, cardiologia, pneumologia, ortopedia, fisiatria, patologia clínica, centros de saúde (com idoneidade especificamente reconhecida para esta especialidade).

4.2 - O estágio opcional pode, sob parecer favorável do orientador de formação, ser realizado numa outra área ou serviço além dos mencionados, desde que a actividade a desenvolver seja considerada afim com a medicina desportiva e o serviço reconhecido como idóneo para a formação.

5 - Objectivos dos estágios:

5.1 - Estágio em medicina desportiva geral;

5.1.1 - Descrição do desempenho:

a) Actividade a desenvolver em serviço de medicina desportiva;

b) Permanência efectiva de 12 meses em serviço de medicina desportiva;

c) Frequência, com aproveitamento, de cursos de suporte básico de vida, curso de desfibrilação automática externa e curso de suporte avançado de vida.

5.1.2 - Objectivos de desempenho:

a) Ser capaz de colher histórias clínicas, com especial incidência nas indicações e contra-indicações para a prática desportiva;

b) Identificar as situações que implicam contra-indicações para determinadas modalidades;

c) Efectuar exame físico e técnicas de monitorização dos parâmetros vitais;

d) Realizar 250 exames de avaliação médico-desportiva;

e) Adquirir treino em manobras de reanimação.

5.1.3 - Objectivos de conhecimento:

a) Aperfeiçoamento da colheita de dados anamnésicos;

b) Conhecimentos de epidemiologia, fisiopatologia e etiologia das patologias relacionadas com o exercício físico;

c) Desenvolvimento de capacidades no diagnóstico e diagnóstico diferencial das patologias referidas na alínea anterior;

d) Conhecimentos das indicações e interpretação dos meios complementares de diagnóstico mais frequentes em medicina desportiva;

e) Correlação dos conhecimentos adquiridos nas patologias mais frequentes em medicina desportiva com conhecimentos das áreas médicas afins;

f) Conhecimentos de farmacologia clínica, com especial incidência nas substâncias de uso mais frequente e das substâncias dopantes;

g) Conhecimentos em dietética, nutrição, equilíbrio hidroelectrolítico.

5.2 - Estágio em cardiologia desportiva:

5.2.1 - Descrição do desempenho:

a) Actividades exercidas na consulta de cardiologia desportiva e serviço de cardiologia;

5.2.2 - Objectivos de desempenho:

a) Conhecer as técnicas da anamnese e semiologia no ambulatório e internamento, em cardiologia desportiva;

b) Desenvolver capacidades de diagnóstico e diagnóstico diferencial;

c) Adquirir técnicas de monitorização e reanimação em cardiologia;

d) Ter conhecimento das indicações e contra-indicações, interpretação e capacidade diagnóstica (sensibilidade, especificidade e valor preditivo) dos exames complementares em cardiologia;

e) Conhecer a terapêutica em cardiologia: medidas gerais, prevenção, terapêutica farmacológica, cardiologia de intervenção, cirurgia cardíaca e reabilitação cardíaca.

5.2.3 - Objectivos de conhecimento:

a) Ter conhecimentos clínicos das principais patologias cardíacas e seus factores de risco, nomeadamente hipertensão arterial, doença coronária, doenças valvulares, doenças arteriais, miocardiopatias, miopericardites, cardiopatias congénitas, arritmias, com particular relevo nas que condicionam risco ou restrições à prática do exercício físico e desportivo e risco de morte súbita;

b) Ter conhecimento das manifestações cardiológicas de doenças sistémicas ou de outros aparelhos e sistemas;

c) Ter conhecimento da fisiopatologia, diagnóstico, terapêutica e prognóstico dos quadros clínicos agudos como a síncope, choque, edema pulmonar agudo, paragem cardio-respiratória e morte súbita, e sua prevenção;

d) Ter conhecimentos da terapêutica farmacológica, interacções medicamentosas, efeitos das drogas na capacidade de exercício e conhecimento das substâncias consideradas dopantes;

e) Desenvolvimento das capacidades de integração dos dados clínicos e complementares de diagnóstico e de decisão médica.

5.2.4 - Período de formação em electrocardiografia e ecocardiografia:

5.2.4.1 - Objectivos de desempenho:

a) Familiarização com os diferentes equipamentos de electrocardiografia e ecocardiografia e suas diferentes aplicações;

b) Interpretar 300 electrocardiogramas e efectuar a revisão de 100 exames seleccionados com patologias com especial relevo em medicina desportiva;

c) Visualização de 150 ecocardiogramas/Doppler cardíacos e efectuar revisão de 50 ecocardiogramas seleccionados com patologias de especial relevo em medicina desportiva;

5.2.4.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Conhecer as bases técnicas da electrocardiografia e ecocardiografia;

b) Conhecer as aplicações clínicas da electrocardiografia e da ecocardiografia;

indicações, interpretação de resultados e aplicações clínicas;

c) Conhecer as indicações da ecocardiografia de esforço, da sobrecarga farmacológica, e trans-esofágica e correlação com outras técnicas cardiológicas.

5.2.5 - Período de formação em provas de esforço e Holter:

5.2.5.1 - Provas de esforço:

5.2.5.1.1 - Objectivos de desempenho:

a) Acompanhar a realização de, pelo menos, 60 provas de esforço em tapete rolante ou bicicleta ergométrica e 30 provas de esforço cardio-pulmonares para avaliação funcional cardio-pulmonar e metabólica;

5.2.5.1.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Adquirir as bases da fisiopatologia do esforço;

b) Conhecer as indicações, contra-indicações absolutas e relativas, riscos e complicações das provas de esforço convencionais e cardio-pulmonares;

c) Ter conhecimento dos protocolos e efectuar a valorização clínica dos resultados (sensibilidade, especificidade, valor preditivo), e definição prognóstica;

d) Ser capaz de elaborar os respectivos relatórios e prescrever as orientações clínicas.

5.2.5.2 - Holter e mapa:

5.2.5.2.1 - Objectivos de desempenho:

a) Estar familiarizado com os equipamentos, realização da técnica, leitura e interpretação dos resultados e correlação com os sintomas;

b) Realizar 30 exames de Holter e revisão de 20 exames seleccionados com patologias de especial relevo na medicina desportiva. Realizar 20 mapas e a sua interpretação;

c) Conhecer as indicações da telemetria, electrocardiografia de alta definição, avaliação da variabilidade RR e dispersão do QT e registos de eventos.

5.2.5.2.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Obter conhecimentos em arritmologia, e nas técnicas para o seu diagnóstico e registo das mesmas, conhecer a acuidade diagnóstica e suas limitações, e as indicações subsequentes para estudos electrofisiológicos.

5.3 - Estágio em pneumologia:

5.3.1 - Objectivos de desempenho:

a) Familiarizar-se com as patologias do foro da pneumologia mais frequentes em medicina desportiva, nomeadamente a asma induzida pelo exercício e a dispneia de esforço;

b) Saber interpretar as provas funcionais respiratórias aplicadas à medicina desportiva;

c) Ser capaz da interpretação do RX do tórax e das patologias condicionantes para a prática desportiva.

5.3.2 - Objectivos do conhecimento:

a) Ter conhecimentos das patologias do foro respiratório com implicações no exercício físico;

b) Obter conhecimentos terapêuticos em pneumologia, em conformidade com a lista de substâncias dopantes.

5.4 - Estágio em fisiologia do exercício físico:

5.4.1 - Objectivos de desempenho:

a) Aprofundar as técnicas relacionadas com a aplicação dos conhecimentos de fisiologia à medicina desportiva;

b) Realizar e interpretar os resultados de 30 provas de esforço com medição do consumo de oxigénio;

c) Realizar e interpretar os resultados de 30 provas para avaliação da capacidade anaeróbica;

d) Efectuar avaliação antropométrica em 30 atletas com plissómetro;

e) Efectuar avaliação da força em dinamómetro isocinético em 20 atletas;

5.4.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Ter capacidade de avaliação do limiar anaeróbico pelos métodos ventilatório e láctico;

b) Ser capaz de avaliar a capacidade anaeróbica e o índice de fadiga;

c) Saber avaliar a percentagem de gordura pelo método das pregas cutâneas;

d) Ser capaz de avaliar a força e os desequilíbrios musculares;

e) Ser capaz de aplicar as técnicas de avaliação do treino nas diferentes modalidades.

5.5 - Estágio em ortopedia e traumatologia:

5.5.1 - Objectivos de desempenho:

a) Adquirir as técnicas do foro da ortotraumatologia, quer semiológicas quer terapêuticas, necessárias no exercício da medicina desportiva.

5.5.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Obter conhecimentos e capacidade de identificação das diversas patologias relacionadas com o exercício físico, sejam traumáticas ou por sobresforço, a sua semiologia, diagnóstico e acções terapêuticas;

b) Ser capaz de interpretar os vários exames complementares de diagnóstico disponíveis para cada patologia.

5.6 - Estágio de fisiatria:

5.6.1 - Objectivos de desempenho: conhecer e aplicar as diferentes acções terapêuticas de fisiatria em medicina desportiva com agentes físicos e efectuar técnicas especiais de cinesiterapia, imobilizações funcionais, trabalho muscular e outras.

5.6.2 - Objectivos de conhecimento: conhecer as técnicas terapêuticas da fisiatria relacionadas com a medicina desportiva.

5.7 - Estágio de patologia clínica e toxicologia:

5.7.1 - Objectivos de desempenho:

a) Interpretar em praticantes desportivos os dados obtidos em laboratório de patologia clínica;

b) Familiarizar-se com as técnicas de análise, nomeadamente de dopagem;

5.7.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Aprofundar os conhecimentos em patologia clínica e a sua relação com o exercício físico;

b) Ter conhecimento das substâncias dopantes, dos métodos analíticos para a sua identificação e das consequências legais do seu uso.

5.8 - Estágios opcionais:

5.8.1 - Estágio em psicologia desportiva:

5.8.1.1 - Objectivos de desempenho:

a) Contactar com as várias situações psicológicas interligadas com o exercício físico;

b) Identificar os quadros clínicos psicológicos que influenciam o rendimento desportivo;

5.8.1.2 - Objectivos de conhecimento: ter preparação para o diagnóstico e acções terapêuticas em situações clínicas da área da psicologia desportiva.

5.8.2 - Estágio em dietética e nutrição:

5.8.2.1 - Objectivos de desempenho:

a) Conhecer a composição dos produtos alimentares, nutrientes e suplementos com influência no exercício físico;

b) Realizar dietas específicas para os períodos de pré-competição, competição e recuperação após o esforço físico;

5.8.2.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Aprofundar os conhecimentos em dietética, nutrição e suplementação;

b) Ser capaz de identificar as situações de erros alimentares, deficits nutritivos e sobrealimentação.

5.9 - Estágio prático em departamento médico de instituição desportiva:

5.9.1 - Objectivos de desempenho:

a) Aplicar as técnicas e conhecimentos na prática clínica diária de um clube ou federação;

b) Apresentação de relatório onde conste a actividade desenvolvida supervisionada e atestada por especialista em medicina desportiva;

5.9.2 - Objectivos de conhecimento:

a) Adquirir conhecimentos e experiências da vivência médica diária em meio desportivo de competição;

b) Obter conhecimentos na prevenção e tratamento de patologias desportivas;

c) Saber efectuar avaliação e controlo do treino.

6 - Avaliação:

6.1 - Avaliação de desempenho:

6.1.1 - Será feita no final de cada estágio e os parâmetros a considerar terão as seguintes ponderações:

a) Capacidade de execução técnica - 3;

b) Interesse pela valorização profissional - 2;

c) Responsabilidade profissional - 3;

d) Relações humanas no trabalho - 2.

6.2 - Avaliação de conhecimentos:

6.2.1 - A avaliação de conhecimentos dos estágios é feita através da apreciação do relatório de estágio e é incluída na avaliação anual.

6.2.2 - A avaliação de conhecimentos é contínua e formaliza-se com prova anual, que consta da apreciação dos relatórios de actividade do período em causa, interrogatório e exame médico executado a um desportista, com elaboração e discussão do respectivo relatório clínico.

6.2.3 - A frequência com aproveitamento num curso de pós-graduação em Medicina Desportiva deverá ser valorizada na avaliação final.

7 - Aplicabilidade:

7.1 - O presente programa entra em vigor em 1 de Janeiro de 2010 e aplica-se aos médicos internos que iniciam a formação específica a partir dessa data.

Anexos

  • Texto integral do documento: https://dre.tretas.org/pdfs/2009/03/24/plain-248584.pdf ;
  • Extracto do Diário da República original: https://dre.tretas.org/dre/248584.dre.pdf .

Ligações deste documento

Este documento liga aos seguintes documentos (apenas ligações para documentos da Serie I do DR):

  • Tem documento Em vigor 2004-08-18 - Decreto-Lei 203/2004 - Ministério da Saúde

    Define o regime jurídico da formação médica, após a licenciatura em Medicina, com vista à especialização, e estabelece os princípios gerais a que deve obedecer o respectivo processo.

  • Tem documento Em vigor 2006-02-22 - Portaria 183/2006 - Ministério da Saúde

    Aprova o Regulamento do Internato Médico, publicado em anexo.

Aviso

NOTA IMPORTANTE - a consulta deste documento não substitui a leitura do Diário da República correspondente. Não nos responsabilizamos por quaisquer incorrecções produzidas na transcrição do original para este formato.

O URL desta página é:

Outros Sites

Visite os nossos laboratórios, onde desenvolvemos pequenas aplicações que podem ser úteis:


Simulador de Parlamento


Desvalorização da Moeda